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Ministro Alexandre Silveira descarta “efeito Venezuela” sobre Petrobras

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O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, descartou qualquer impacto imediato na Petrobras ligado à situação na Venezuela e seu parque de produção de petróleo. Ele falou a jornalistas em Brasília, nesta quinta-feira (8).

“A curto prazo não [tem impacto na Petrobras]. Nesse primeiro momento é uma questão geopolítica. A médio prazo, é claro que isso vai ter de ser avaliado, com pragmatismo, com clareza. Mas, a curto prazo, nenhum impacto, seguimos a vida do desenvolvimento nacional”, disse Silveira. Ele havia sido questionado se a Petrobras poderia antecipar esforços de exploração para não sofrer com eventuais quedas no preço do petróleo associadas ao aumento da oferta venezuelana.

A fala do ministro dialoga com a do diretor financeiro da Petrobras, Fernando Melgarejo, à Agência iNFRA. Segundo o executivo, ainda não há flutuação de preços que inspire mudanças na condução da Petrobras. Internamente, técnicos da companhia são céticos à recuperação acelerada da produção na Venezuela e, por isso, prevalece o mantra de não incorporar volatilidades externas na gestão da estatal.

A variação nas cotações internacionais da commodity são o parâmetro mais importante para as ações de petroleiras, como a Petrobras e suas pares, implicando suas projeções de receita e investimentos, assim como na condução da política de preço dos combustíveis derivados, sobretudo gasolina e diesel.

Nos primeiros dias após o bombardeio dos EUA ao país caribenho e a captura do então presidente Nicolás Maduro, o barril de petróleo do tipo Brent teve uma leve queda, de 1,3%, mas, desde ontem, vem se recompondo, com altas que mais do que compensam o recuo inicial. No fim da tarde desta sexta-feira, o Brent para março subia 2,5%, a um patamar de US$ 63,5 por barril, em um cenário de instabilidades geopolíticas incrementado pela crise política no Irã, que parece suplantar, ao menos momentaneamente, as promessas do governo norte-americano de resgatar a produção venezuelana. Além de produtor relevante, o Irã controla o Estrito de Ormuz, fio d’água estratégico para a passagem de navios petroleiros oriundos do Oriente Médio.

Fonte: Agência Infra

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