Setcemg pauta a mídia em dois temas nesta semana: os altos índices do roubo de cargas em Minas Gerais e o manifesto do Movimento Pró-vidas “Máquinas na pista” nos lotes 8A e 8B da BR 381.
Conforme dados divulgados no relatório “Análise de Roubo de Cargas” de 2024 da nstech, empresa de software para a cadeia de suprimentos, Minas Gerais foi o terceiro estado com mais roubo de cargas em 2024, com 12,1% do total. No estudo, a primeira posição foi ocupada por São Paulo, que totalizou 45,8% dos sinistros, seguido por Rio de Janeiro, com 25%. Para o presidente do Setcemg, Antonio Luis da Silva Junior, o cenário acaba exigindo das empresas um investimento maior em segurança encarecendo o custo do frete. “As empresas acabam tendo que investir em itens como rastreadores, monitoramento e até escolta em certos tipos de carga. Isso onera os custos”, observa.
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