Cálculo dos custos e fretes rodoviários: saber fazer é o primeiro passo para sair na frente

Reconhecido como atividade essencial desde o anúncio da pandemia, no início de março, o transporte rodoviário de cargas segue em movimento pelo Brasil, apesar dos inúmeros desafios.

No entanto, empresa que não lucra não sobrevive, não é mesmo? Assim, para ajudar as empresas de transporte a saírem na frente, o Setcemg oferece treinamentos específicos para todo o setor e consultoria econômica para suas associadas.

Sua empresa não é associada? Então associe-se já e aproveite TODOS OS benefícioS.

Uma das capacitações de maior sucesso do Setcemg é sobre o Cálculo de Custos e Formação de Preços (Frete). Afinal, por mais incrível que possa parecer, esse é um dos maiores problemas nas empresas, sejam elas pequenas ou grandes.

Continue a leitura desse artigo para saber como o setor tem sofrido nessa pandemia. E também, saiba como saber calcular custos e fretes rodoviários pode fazer toda a diferença para o sucesso da sua empresa.

 

O que estava ruim…

Mesmo antes da pandemia, a defasagem do preço do frete já era um problema. Em fevereiro desse ano, o Departamento de Custos Operacionais da Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (DECOPE/ NTC&Logística) apontou para uma defasagem média no frete recebido pelo transportador em relação ao seu custo de 13,9%. Fazendo um recorte por tipo de serviço, a defasagem foi de 9,6% nas operações com transporte de cargas fracionadas e de 18,7% nas com cargas lotações ou fechadas.

Em síntese, a falta de atenção para o recebimento de alguns componentes tarifários, tais como frete-valor e a Taxa de Gerenciamento de Risco (GRIS), foi detectada como um dos motivos para a defasagem.

Ficou constatado ainda que muitos transportadores não foram remunerados adequadamente com relação aos serviços complementares ou adicionais, como cubagem da mercadoria, a cobrança da Taxa de Emergência Excepcional (EMEX) para regiões que se encontram em estado de beligerância, bem como a Taxa de Restrição de Trânsito (TRT) para as regiões metropolitanas que possuem restrição a circulação de caminhões. A não-remuneração por serviços de paletização e guarda/permanência de mercadorias, pelo uso de escoltas e planos de gerenciamento de riscos customizados, pelo uso de veículos dedicados, dentre outros aspectos, também foi identificada.

… ficou pior!

A crise chegou e o cenário piorou. Segundo pesquisa da NTC&Logística, em meados de abril, o setor registrou queda de 45,2% na demanda por transportes! Embora esteja melhorando, a demanda por transporte rodoviário de cargas ainda está 27,18% abaixo do que era no início de março.

Da mesma forma, outro levantamento, dessa vez da Confederação Nacional do Transporte (CNT), aponta que só em maio, terceiro mês da crise, 80,6% das empresas de transporte apresentaram queda de demanda. Quase dois terços delas (61,2%) indicaram que essa retração foi significativa.

O cálculo do custo se torna ferramenta essencial para as empresas

Para sobreviver a esse cenário, mais do que nunca, torna-se essencial que as empresas saibam calcular os custos e os fretes rodoviários corretamente.

E isso não é uma tarefa fácil, pois, hoje, os preços são determinados pelo mercado. A margem de lucro fica “espremida” entre o valor determinado pelo mercado e os custos da empresa. Os preços dos insumos, da matéria-prima e da mão de obra variam, em geral, para cima. Aumentar o preço simplesmente é difícil, pois, depende-se de um mercado que é altamente competitivo.

Dessa forma, ter os custos da empresa “na ponta do lápis” para saber formar o preço do seu serviço é um caminho necessário!

O Setcemg oferece capacitação sobre como calcular os custos e fretes rodoviários de carga on-line

Para auxiliar o setor sobre o tema, o Setcemg traz, periodicamente, quem mais entende desse assunto no país: o assessor técnico da NTC&Logística, Lauro Valdivia.

O curso sobre Cálculo de Custos e Formação de Preços (Frete) é ministrado há vários anos por ele e já teve a participação de mais 500 pessoas. O objeto é fornecer aos participantes conceitos importantes sobre preço e custos do transporte rodoviário de carga. Planilha de custos operacionais, composição do frete, fatores de influência, componentes tarifários, modelagens de tabelas de fretes e formas de reajustar fretes são alguns deles.

Um dos exercícios ministrados na capacitação é a construção de uma tabela visando dar um preço ao frete COM LUCRO. “O desafio do controle de custos faz parte do Brasil atual como uma regra de desenvolvimento para todos os empreendimentos, sejam públicos ou privados. Com a caracterização da transição e da exigência da economia mundial, fatores como custos, produtividade, racionalização e controles, entre outros, vão se tornando cada vez mais imprescindíveis nas instituições interessadas na preservação e êxito de suas atividades”, conta Valdivia.  

Conteúdo programático

O conteúdo programático engloba a elaboração de planilhas de custos operacionais, a composição de frete, o detalhamento dos fatores de influência, componentes tarifários, conceitos sobre produtividade, entre outros aspectos.

Afinal, é disso que sua empresa precisa? Quer saber mais sobre Cálculo de Custos e Formação de Preços (Frete)? Envie um e-mail para treinamento@setcemg.org.br que o Setcemg viabilizará um curso sob medida para a sua empresa.

O Setcemg possui uma grade de capacitações programadas até o fim do ano. Se não tiver na programação o curso que você deseja ou precisa fazer, basta enviar um e-mail para treinamento@setcemg.org.br que o Sindicato irá em busca de um profissional qualificado e organizará uma turma.

 

Gostou do post? Tem alguma dúvida sobre os custos e fretes rodoviários de carga? Deixe um comentário!

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Comentários (1)

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